Universal Music rebate afirmações do The New York Times sobre um incêndio que destruiu gravações de áudio
Acidente aconteceu há cerca de onze anos e destruiu fitas masters de álbuns de artistas como iggy Pop, Nirvana, R.E.M., Chuck Berry, dentre outros
A Universal Music rebateu afirmações do The New York Times sobre um incêndio que aconteceu em seus estúdios e que destruiu importantes gravações de áudios.
A gravadora relatou que algumas informações são inconsistentes, alegando que o jornal desconsiderou outras gravações lançadas.
Trecho publicado pelo Brooklyn Vegan:
A preservação musical é de alta prioridade para nós e temos orgulho do nosso histórico. Embora existam restrições que nos impedem de abordar publicamente alguns dos detalhes do incêndio ocorrido nas instalações dos NBCUniversal Studios há mais de uma década, o incidente — embora profundamente infeliz — nunca afetou a disponibilidade das músicas lançadas comercialmente e nem afetou a remuneração dos artistas. [O artigo do Times] convenientemente ignora as dezenas de milhares de gravações de catálogo que já lançamos nos últimos anos — incluindo versões em áudio de qualidade master e a alta qualidade de muitas gravações que a notícia alega que foram ‘destruídas’. A UMG investe mais em preservação musical e desenvolvimento de produtos de áudio de alta resolução do que qualquer outra empresa na música.
O acidente, que aconteceu há cerca de onze anos, em 1º de junho de 2008, destruiu fitas masters de álbuns de artistas como iggy Pop, Nirvana, R.E.M., Soundgarden, Beck, Elton John, Aretha Franklin, Nine Inch Nails, Ray Charles, Tom Petty, Eric Clapton, Aerosmith, Cat Stevens, Sonic Youth, Tupac, Eminem, Eagles , dentre outros.
Ainda de acordo com a matéria, a perda inclui ainda “quase todos” os originais de Buddy Holly, a maioria dos lançamentos da Impulse Records de John Coltrane, e singles como “Rock Around the Clock”, de Bill Haley e “At Last”, de Etta James.
Segundo o relatório confidencial estimou a perda em cerca de 500.000 títulos de músicas, que faz com que o incêndio seja classificado como “o maior desastre da história da indústria fonográfica”.
A Universal não revelou se as fitas foram realmente destruídas pelo fogo ou não.

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